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Emergências

O que acontece quando uma agência não oferece suporte fora do horário comercial?

A sequência previsível de prejuízos quando o viajante liga e ninguém atende: reacomodação cara, no-show, reclamação e perda de contrato corporativo.

22 de agosto de 2026 · 5 min de leitura

Sem cobertura noturna, o problema não desaparece — ele apenas muda de dono.

Etapa 1: o viajante resolve sozinho Ele compra na tarifa de balcão, fora de acordo e fora de política. O custo aparece na fatura da empresa cliente, não na sua.

Etapa 2: o no-show Alteração não comunicada vira assento perdido e bilhete não reembolsável. Em rota internacional, um único caso pode superar meses de plantão.

Etapa 3: a reclamação Na manhã seguinte, a agência recebe o caso já resolvido de forma pior e mais cara, com o cliente irritado. O tempo gasto em contorno e desculpa é maior que o do atendimento original.

Etapa 4: o registro na conta Gestores de viagens documentam incidentes. Ausência de suporte noturno é o tipo de observação que reaparece na renovação e em concorrências.

Etapa 5: a perda de concorrência Editais corporativos pedem plantão 24/7 comprovado. Sem ele, a agência é desclassificada antes de discutir preço.

O que a cobertura evita Manter atendimento fora do horário comercial não é despesa de conveniência: é controle de custo de reacomodação, redução de no-show e preservação de contrato. É por isso que a maioria das agências que atendemos começa pelo plantão noturno e de fim de semana antes de qualquer outra frente.

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